Esse é o diário de bordo da minha aventura na metrópole do mundo.


Directions



Siga as directions do post e veja como é fácil (os trens 2 e 3 são indicados em vermelho no mapa)
Já falei sobre o quão fácil é se sentir em casa em NYC devido ao maravilhoso projeto urbano e no post prometi escrever sobre outra maravilha da Big Apple: as directions. Promessa é dívida. Uma dívida que pago hoje.

Directions é a maneira que os nova-iorquinos acharam de facilitar ainda mais o que já é ridiculamente simples. Sabe quando você usa pontos referência? A pessoa nunca andou pela sua rua mas você diz que a sua casa é perto de um mercadinho com a parede azul? Aqui se usa as ruas e avenidas como referência. Nada de procurar mercadinhos ou paredes coloridas, o prédio que você quer está na 35th @ 4th Avenue, ou seja, na rua 34 próximo a esquina da 4ª avenida. E quando o endereço fica no meio da quadra, eles usam "between 3rd and 4th avenues". Quer mais fácil?

Pois eles conseguiram deixar mais fácil. Caso você não tenha um mapa do metrô (inaceitável), praticamente todos os endereços impressos indicam os trens que chegam lá. Quando você pede o endereço pra alguém pelo telefone, além de dizer quais os trens você tem que pegar, geralmente o cara pergunta onde você está e te dá o trajeto completo. "Você está na 16 com a 7ª? Caminhe duas quadras para o sul, pegue o trem 2 ou 3 uptown até a Times Square na 42, pegue o N, R ou W uptown até a 5ª avenida e caminhe uma quadra pro sul. O prédio fica na esquina da 5ª avenida com a 59." É impressionante, todo mundo tem as directions na cabeça. Sai mais rápido que o Google Maps.

Marcadores: ,

Colaborative Stand-up Comedy




Um dos meus roommates está voltando para o Brasil hoje e para celebrar a última noite do rapaz na cidade fomos a um concurso de stand-up comedy. O nome do lugar: Pinetree Lodge (326 E 35th @ 1st Avenue). No anúncio, cada participante teria 5 minutos pra fazer a platéia rir e o melhor da noite levaria um prêmio em dinheiro. Era a propaganda enfeitando a realidade.

Chegamos a um bar minúsculo, com cabeças de alce penduradas nas paredes de toras, tal qual uma cabana de caça. Um sofá, algumas almofadas no chão, 3 mesinhas dessas com bancos altos e um palco de 1,5m2. Um dos caras que estava comigo virou e perguntou: é aqui mesmo? Segundo o anúncio, sim.

Pontualmente 9pm subiu ao palco um host afro-americano muito mais-ou-menos que tentou fazer algumas piadas. O lugar era tão pequeno que você acabava rindo pra colaborar com o cara, pra não deixar ele muito sem-graça, mas tinha vezes que não tinha como. E começaram as apresentações... Você já se imaginou de pé em um degrau (era assim que o palco parecia), tentando ser engraçado em um microfone com aquele eco de caverna? Dá dó, gente. Mas tinha tão pouca gente que se um risse, valia a piada. Eu tentava rir sempre.

Seis corajosos subiram no degrau, apenas 2 conseguiram algumas risadas verdadeiras.

Blogged with Flock

Marcadores: ,

Cenários da vida real



Tom Hanks emociona sem falar inglês durante a primeira hora do filme.

Semana passada eu estava em casa olhando TV, assistindo O Terminal (Tom Hanks) e, no fim do filme, ao entrar no taxi, ele pede ao taxista que o leve para o Ramada Inn, 161 Lexington Avenue). Chegando no hotel, Hanks pergunta onde fica o "this club" (apontando para um folheto) e vai pegar o autógrafo da última lenda Jazz – Benny Golson – que faltava na latinha de seu pai. Assim que o filme acabou, peguei o trem e fui conferir: lá estavam o Ramada Inn e o Blue Smoke, o tal clube de Jazz. Infelizmente Golson não estava tocando naquele dia.

Na mesma semana compre um piratex do I am Legend (WIll Smith) e, depois de assistir, andei por todos os cenários do filme. A casa dele fica na Washington Square, a armadilha que ele cai é em frente a Grand Central, na caçada do início do filme ele passa pela Park Avenue South, Madison Avenue, Broadway e Times Square, todos os dias ele transmite do Pier 17 olhando pra Brooklyn Bridge e pra Manhattan Bridge destruídas.

Outro cenário de filme que estive foi a Fao Schwarz, a loja de brinquedos que tem o piano gigante que Tom Hanks tocou no filme Quero ser Grande, clássico dos anos 80. Difícil enumerar todas as cenas em que temos o Central Park como pano de fundo, mas a que me vem a cabeça toda vez que ando por lá nesse dias de inverno é o fim de Outono em Nova Iorque (Richard Gere, Winona Rider). O Zoo me lembra Hitch - Conselheiro Amoroso (Will Smith); o Upper West Side me lembra
Seinfeld e Mensagem pra Você (Meg Ryan, Tom Hanks); a Biblioteca Pública, O Dia Depois de Amanhã, e por aí vai...

Andar por esta cidade é como passear por um grande cenário de Hollywood. Cada canto de New York City já apareceu em filmes ou em seriados de TV e cada esquina me parece muito familiar. Tudo já estava na minha mente, mas não fazia sentido no mapa. Agora faz.

Blogged with Flock

Marcadores:

Sidewalk Cinic



A irmã da Britney (Spears) vai ter um bebê e eu preciso de grana pra (comprar) um presente legal
Andar pelas ruas de NYC é realmente muito surpreendente. Não sei se impelido pela forte concorrência ou apenas pelo senso de humor, este mendigo criou uma marca (atenção na base do cartaz) para as mensagens irônicas que exibe diariamente pelas calçadas da Grande Maçã. Sem dúvidas, assim como o mendigo sincero que mostrei aqui outro dia, ele ganha mais que os tradicionais. Meu roommate deu um dólar antes de tirar a foto. Veja a cara de felicidade do figura...

Blogged with Flock

Marcadores:

Lunch


Depois de uma semana de trabalho em um ambiente fechado, descobri o motivo pelo qual os americanos chamam almoço de Lunch. Até então, eu achava que a proximidade entre o nosso lanche e o lunch deles estava apenas na pronúncia, mas não está. Americanos não almoçam, eles – de fato – têm o lanche (have lunch).

A jornada de trabalho clássica americana é 9am to 5pm. Esse é o horário comercial, direto, sem pausa. Aqui não existe "passar no banco" ou "dar uma volta" na hora do almoço. Aqui não tem hora do almoço. Nem almoço tem. Sabe quando você dá aquela carregadinha rápida no celular só pra não fcar sem bateria no caminho pra casa? Essa é a filosofia. A maioria das pessoas leva comida de casa para o escritório e geralmente é um sanduba sem-vergonha que não serve nem pra conosco*. Alguns pedem McDonalds, pizza ou salada. Todos engolem o mais rápido possível o voltam para suas mesas. Muito estranho. Estou com saudades do Desterro.

*Conosco é a alcunha dos lanches coletivos vespertinos da Uniqe. Apareça lá por volta das 5 da tarde e experimente comer conosco.

Marcadores: ,

O negócio é ser original



Você ainda duvida que propaganda criativa venda mais que o velho discurso manjado de sempre?
(No cartaz: Pra que mentir? Eu preciso de uma cerveja!!)

Marcadores: , ,

Cidadania Instantânea



Quando olhava para os mapas de NYC aí no Brasil pensava em segredo "quanta falta de criatividade colocar números para os nomes das ruas". Mordo a língua todo dia. Burrice é colocar nome de gente morta pra cada logradouro das nossas cidades. Nas avenidas principais vá lá, faça-se a homenagem aos heróis da nação, mas quem diabos foi Mário Lacombe? E o que fez Laurindo Januário da Silveira? Pior que isso só batizar a rua com nome de Santo. Coitados dos carteiros...

Credito a este maravilhoso projeto urbano – com números para as ruas e com quadras quadradas de verdade – a sensação de cidadania instantânea que se tem ao chegar em NYC. Andar pela cidade passa a ser um exercício de matemática básica: se estou na 54 e quero chegar na 42 tenho que andar... 12 quadras. Com exeção de Downtown (a parte velha da cidade) tudo funciona assim. Qualquer idiota com um mapa na mão e 15 minutos chega a qualquer ponto de Manhattan sem perguntar nada pra ninguém. Mas não mande o idiota pro Brooklyn...

O Brooklyn, colonizado por holandeses e anexado a Nova Iorque só no século XIX, segue a mesma (falta de) lógica das nossas cidades tupiniquins. Você se sente um completo ET assim que desce do trem. Onde é o... ahn... Como pego o trem de volta pra Manhattan?

Marcadores: ,



Estou com medo de associar essa logomorca a banheiro e não conseguir mais tomar o café deles
Essa tal de Nova Iorque é mesmo uma cidade esquisita. Nunca vi um lugar em que não existem banheiros nas lojas, restaurantes, lanchonetes, cafés, supermercados, etc. Uma coisa tão simples obrigatória pra qualquer birosca no Brasil, aqui é luxo. O pensamento dominante é "vá cagar em casa, pô!". Quem me conhece um pouco sabe que não está sendo fácil enfrentar esse "entrave cultural". Depois de muito garimpar, encontrei algumas boas almas caridosas que pensam na limpeza da cueca do próximo: a Apple Store da 5th Avenue (sempre ela), as lojas do Starbucks e da Barnes & Nobles – uma loja de computadores, uma rede de cafeterias e uma rede de livrarias, respectivamente. Santas criaturas que entendem as necessidades fisiológicas alheias.

Não me dei o trabalho de contabilizar, mas certamente tem menos de 1 banheiro "público" para cada 1000 habitantes dessa cidade, o que acarreta filas imensas e longos minutos de espera depois de achar uma dessas santas-casinhas. Qualquer dia desses eu passo vergonha.

Marcadores: , ,

Frio pra Caramba!




Incêndio na 122th Street

Hoje voltou a fazer frio de verdade em NYC. A gente sabe que a temperatura está abaixo de zero quando vê um pequena poça d'água congelada na calçada, mas descobre que está frio mesmo quando a água suja da sarjeta vira gelo com todo o lixo e porcaria dentro. Hoje eu vi até cuspe congelado no chão.

Apesar de todo esse frio (ou justamente por causa dele) vi um incêndio perto de casa esta tarde. Tinha cerca de 20 caminhões dos bombeiros, 2 viaturas policiais, uma ambulância e um helicóptero nos arredores do prédio que já não ardia em chamas quando cheguei. O que vi foi fumaça preta pra todo lado. Acho que no pavor de morrerem congeladas as pessoas cometem loucuras como ligar o forno e deixar a tampa aberta pra se aquecer (fiz isso na primeira noite, quando o aquecedor do apartamento não estava funcionando). Enfim, em NYC isso é uma cena urbana corriqueira e ninguém quebra o pescço pra ver. Triste.

Voltando ao frio, a mínima hoje foi -11ºC. Estou com saudades das minhas ceroulas que foram roubadas no hostel. Acho que amanhã vou comprar outra Thermo Pants.


Sarjeta congelada na 125th com a Lenox Avenue (Malcolm X Boulevard)


Bordas congeladas de um chafariz vizinho a Apple Store 5th Avenue

Marcadores: ,

Feliz ano-novo na Times Square




Os que ficaram frustrados com a falta de emoção natalina em NYC registrada neste blog podem começar a sonhar novamente: o New Years Eve na Times Square promete. A grande bola e o palco já estão montados e o trânsito será interrompido a partir das 15h e os shows começam por volta das 16h. Esta será a 100ª vez que a contagem regressiva para a virada do ano acompanha a descida da bola iluminada em frente ao antigo prédio do New York Times, mas a festa no local acontece desde 1904. A primeira edição do Réveillon mais famoso do mundo celebrou a inauguração da (nova) sede do jornal e a troca do nome da então Longacre Square para Times Square. Alfred Ochs, o proprietário do NY Times não poupou em nada e deu a cidade e a 200.000 pessoas presentes na data um show pirotécnico nunca antes visto. Em 1907, a prefeitura proibiu os fogos e Oachs criou a famosa bola. Este ano a bola vem com 9.576 lâmpadas, se desprende do topo do mastro de 77 pés (23,46m) às 23h59, atingindo a base exatamente às 24 (ou zero) horas. Quem tiver interesse e quiser saber mais sobre o ano-novo na Times Square, clique aqui e visite o site da Times Square Alliance.

  • Hoje tocam Lenny Kravitz, Carrie Underwood, Jordin Sparks, Blake Lewis, Lighthouse, Anderson Cooper, Kid Rock e outros.
  • Estima-se que mais de 1 milhão de pessoas estejam na Times Square hoje e mais de um bilhão acompanhe o evento ao vivo pela TV.
  • Ano passado foram recolhidas 42 toneladas de lixo das ruas depois da festa.
  • O prefeito Michael Bloomberg vai apertar o botão que faz a bola descer.

Marcadores: ,

No White Xmas



A árvore do Rockfeller Center durante o dia e à noite: a coisa parecida com natal que tem por aqui
.

Sabe todo aquele clima de natal que vemos nos filmes? Famílias reunidas em volta da lareira, neve caindo lá fora e aquele climão comercial de Coca-cola por toda a cidade? Em NYC não é bem assim. Nem nevar nevou. Durante o dia de ontem só lembrei que era natal porque algumas lojas estavam fechadas. Isso mesmo, algumas. A maioria estava bem aberta. Tirando isso, era um dia normal como qualquer outro. Gente tocando ou dançando no metrô por uns trocados, outros pedindo trocados sem fazer nada, ratos correndo nos trilhos e muita gente comprando, comprando, comprando. Tem um musical na Broadway com bastante publicidade pela cidade que se chama "Como o Grinch roubou o Natal", deu vontade de assistir.

Marcadores:

Los Cucarachas & The Foreign-borns



Esperando o metrô na estação da rua 96

NYC é uma cidade de imigrantes, não há como negar. Mas nem todos são tratados da mesma maneira. Até onde pude perceber existem duas esferas de preconceito/respeito com os imigrantes. Mesmo os imigrantes que se acham na esfera superior tendem a ser preconceituosos com os da esfera inferior. Essa é a dura realidade

Estão na classe "cucaracha" os imigrantes que estão aqui sem alguma especialização, trabalhando em restaurantes, lanchonetes, construção civil, carregando caixas, dirigindo taxis, etc. Os cucarachas praticamente se matam por um emprego. Ninguém tá muito interessado na pessoa por trás da função. Se puder carregar a caixa daqui pra lá, muito bem. Se tiver algum problema, achamos outro cucaracha. Tudo no melhor estilo "Não gostou cai fora. NYC tá cheio de cucaracha igual a você!".

A segunda esfera é diferente. São profissionais graduados, com alguma special skill. Segundo o jornal METRO de 19 de dezembro, 1/4 de todos os CEOs de NYC são foreign-born. Notaram a diferença? Os lavadores de pratos são immigrants enquanto os CEOs são foreign-born. Estes são tratados com respeito apesar de sofrerem um pouco de discriminação quando disputam diretamente alguma coisa com um americano. São pessoas que não podem simplesmente ser substituídas automaticamente. São profissionais com "penso".

Definitivamente não quero estar na classe dos cucarachas. Prefiro ser foreign-born. Se não achar um emprego que me trate com o respeito que mereço, talvez não fique aqui por muito tempo.

Marcadores: , ,

Breakfast




A pior refeição do dia é o maldito Breakfast. No almoço ou na janta você escolhe entre McDonalds, Subway, Burger King ou Pizza e manda ver. Já sabe o que esperar. No café da manhã tudo é surpresinha. Parece que tudo é doce, tem cara de almoço ou é ruim pra caramba. Ontem pedi um Turkey Sandwich, pensando que viria alguma coisa com peito de perú e recebi um hambúrguer [pão e bife de peru]. Outro dia comi um croissant com omelete e hambúrguer.
Hoje, em mais uma tentativa frustrada, comprei um copo de iogurte com granola que estava bonitão na prateleira. Frutas picadas, iogurte com cara de caseiro, US$ 4.00. Abri o copinho , enfiei a colher de plástico e percebi a roubada. Tinha mais granola que iogurte. Tanta granola que o iogurte deixou de ser líquido e virou "pasta de granola". Como se isso não bastasse, o iogurte não era doce nem a granola tinha o tradicional melzinho na receita. Comi porque foi caro, mas depois tive que comprar um suco de pêssego pra tirar o gosto ruim da boca.

Que saudade de um pão francês com requeijão, chester e queijo prato.

Marcadores: ,

Land of Opportunities


Tudo em NYC eh organizado pra que voce seja completamente independente e nao precise perguntar nada pra ninguem. Eh o jeito deles... mas funciona. Hoje abri uma conta no Bank of America, solicitei meu Social Security Card e minha driver's license. Soh a ultima nao rolou porque precisa ter o SS pra aplicar. Descobri a Staples, uma rede de lojas de produtos de escritorio que tem um print center bem legal, vou imprimir minhas coisas lah. Por hora era isso. Meus dois dolares estao acabando...

Marcadores:

Os Boroughs de New York



The Five Boroughs of NYC 1: Manhattan 2: Brooklyn 3: Queens 4: The Bronx 5: Staten Island.

Tentando entender como funciona a cidade que nunca dorme, encontrei no Wikipedia um aspecto interessante da geografia política de Nova Iorque.

Como assim?
A cidade é dividida em 5 Boroughs. Em português, borough (de Burgo = cidadela fortificada na Idade Média) seria alguma coisa próxima a distrito, mas com uma unidade administrativa própria. Isso no resto dos Estados Unidos. Em NYC este não é o siginificado de borough.

Apesar da divisão ser bem clara, de cada um dos boroughs ser representado por um borough president e ter – com exceção de Manhattan – um borough hall (algo como uma prefeitura do distrito), nenhum deles tem independência administrativa. O "presidente do Burgo" não tem muitos poderes executivos e nem qualquer função legislativa dentro do distrito. Quem manda mesmo é o prefeito da cidade de Nova Iorque. E quem legisla é o New York City Council.

O sexto borough?
Os boroughs foram criados em 1898 durante a consolidação das divisas da cidade e seus limites geográficos se mantém até hoje. Muitos lugares, próximos ou distantes de NYC já se autodenominaram the 6th Borough. Entre eles estão Hudson County (NJ), Nassau County (NY), Newark (NJ), a cidade de Filadélfia (PA), o sul da Flórida e até mesmo Israel. A única proposta formal que de fato mereceu consideração por parte da prefeitura de NYC foi em 1934, quando o conselho municipal sugeriu a inclusão de Yonkers como sexto borough.

Usa-se a expressão Five Boroughs pra se referir a Nova Iorque como um todo (algo como grande Porto Alegre, Grande Florianópolis ou Grande São Paulo), evitando assim confusão ao se referir apenas à área metropolitana de NYC ou mesmo à Manhattan.

Em junho de 2004, os Beastie Boys lançaram um álbum (o sexto deles gravado em estúdio) chamado To the 5 Boroughs. No dia seguinte ao lançamento, o álbum alcançou a primeira posição no Billboard 200 e teve 360.000 cópias vendidas na primeira semana.

Existe uma rede de sorveterias chamada 5 Boroughs Ice Cream que tem lojas por toda NYC. Cada sabor de sorvete foi batizado com o nome de um bairro, uma rua, uma esquina ou uma região da cidade.

Marcadores: ,

O segundo post









Só pra o primeiro não ficar triste e sozinho, vai um post que tem tudo a ver com o blog: a letra de New York, New York, do homem que captou esta cidade como niguém.



New York, New York
Frank Sinatra

Start spreading the news, I'm leaving today
I want to be a part of it - New York, New York
These vagabond shoes, are longing to stray
Right through the very heart of it - New York, New York

I wanna wake up in a city, that doesn't sleep
And find I'm king of the hill - top of the heap

These little town blues, are melting away
I'll make a brand new start of it - in old New York
If I can make it there, I'll make it anywhere
It's up to you - New York, New York

New York, New York
I want to wake up in a city, that never sleeps
And find I'm a number one - top of the list - king of the hill
A number one

These little town blues, are melting away
I'm gonna make a brand new start of it - in old New York
And if I can make it there, Im gonna make it anywhere

It's up to you - New York, New York
New York

Marcadores:


Leandro Tuxo é cristão, gaúcho publicitário, diretor de arte da Propague (SC), marido fiel e pai dedicado. (Não necessariamente nessa ordem).

Foi advertido diversas vezes sobre o alto custo de vida em New York City, mas não deu ouvidos aos pessimistas.

Powered by Blogger


Be a World Citizen


Atom Feed


© 2006 a hundred days in NYC | Blogger Templates by GeckoandFly.
No part of the content or the blog may be reproduced without prior written permission.